sábado, 16 de julho de 2011
Só acho que quando uma pessoa gosta de outra, ela espera. Espera o tempo que for preciso. E não é porque se passaram alguns dias com aquela pessoa fora ou o tempo falta que a pessoa deixa umas as outras. O tempo pode ser bem precioso, mas não é ele que atrapalha. O que atrapalha é que as pessoas não sabem esperar. Não sabem procurar um pouquinho de tempo se querer para se verem. O que atrapalha são as pessoas.
quarta-feira, 25 de maio de 2011
Fechou os olhos e imaginou-se no caminho de volta pra casa. Prendeu os braços na cintura dele e os pensamentos desesperados desapareceram. Só ficaram os bons, os melhores, os que tinham você. Era claro, mas com umas partes escuras. Permaneceu assim o dia todo. Era a minha vida. Aquela mistura doce de cores e ao mesmo tempo amarga. O preto e branco que nunca se separaram estavam agora a minha frente; sobre a minha cabeça. A minha vida sempre foi assim, aquele azul que logo tornava-se cinza. Acho que a vida da maioria das pessoas é assim. Nunca está tão azul o suficiente para acreditar que as cosias vão mudar.
segunda-feira, 23 de maio de 2011
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Sábado, 23 de abril de 2011.
Eram umas 17:20 e nós estávamos na sala enrolados no cobertor. Assistíamos a um filme de terror com a casa inteira escura. Teus braços estavam ao redor do meu corpo e a minha cabeça estava encostada em teu peitoral coberto com a camisa cinza de mangas longas. Você estava quente, eu estava quente, nós estávamos quentes. Bom era sentir aquela sensação de estar protegido pelos braços de quem mais se ama na vida. E eu conseguia sentir essa sensação sempre que eu estava contigo. Hoje era um dia qualquer, nada de especial... Mas eu conseguia me sentir especial estando do teu lado. Chovia cada vez mais e as gotinhas de chuva passeavam pelas janelas de vidro da nossa casa. Nós havíamos escolhido essas janelas para que a casa fosse mais clara de manhã. Nos encolhíamos cada vez mais, apertando-se um contra o outro para permanecermos na mesma temperatura. Tuas mãos estavam em meus cabelos; às vezes acarinhando os mesmos que permaneciam enrolados pelos teus dedos. A cada vez que sentia tuas mãos em meus cabelos, eu sorria sem você perceber, como se precisasse sorrir sempre que você fizesse algo que me agradasse. Minha mão procurou a tua por baixo do cobertor; logo achando-a estampada em minha cintura. Eu a segurei com certa força, não deixando-a escapar dos meus dedos quentes. Você soltou um pequeno riso e esfregou o nariz gelado em meu pescoço, o que me fez arrepiar por alguns segundos. Virei a cabeça para cima e observei teus olhos abaixados; ficou olhando-me com o teu olhar de quem sabe o que faz. Você abriu um pequeno sorriso enquanto tirava as mãos dos meus cabelos para acariciar o meu queixo que encontrava-se logo abaixo do teu; contornando-o com a pontinha do dedo enquanto observava os mesmos movimentos. Continuei olhando o teu rosto, observando os traços, os detalhes, o movimentos dos teus olhos, a tua boca. Era verdade... Eu sabia que era verdade. Eu sempre soube que tudo em você me agradava. Tudo. Nunca houve nada de que eu não gostasse. Deitei totalmente pelo sofá com a cabeça por cima do travesseiro que estava em teu colo por cima dos panos do cobertor. Eu queria ficar assim contigo para sempre. Aquele silêncio, o preto totalmente do cômodo, aquela paz e você. Isso era tudo. Tomei coragem e levantei a mão em direção ao teu rosto e você a encarou, desviando os olhos do seu dedo para a minha mão branquela que seguia na tua direção. A pousei no teu maxilar enquanto acariciava tua bochecha com o meu polegar. Logo me deixei repuxar o teu rosto devagar e lentamente o trouxe para bem perto do meu, deixando-me tocar os teus lábios com a ponta da minha língua. Você também passou a língua em meus lábios, tomando-os logo após para um beijo demorado e apaixonado. Nós passamos a noite toda no sofá, optamos por dormir no mesmo lugar onde estávamos logo que o filme terminou. O filme que nós não vimos por estarmos concentrados um no outro. Adormecemos abraçados e com três cobertores enrolados no corpo. O tempo passou, as horas e os minutos. Eu acordei, você não estava mais por trás de mim. Você havia ído para aula, como sempre faz de manhã... Tinha suas obrigações. Levantei do sofá ainda com uma enorme preguiça que não me abandonava nunca. Esfreguei os olhos com as duas mãos e logo notei um pequeno papel por cima da mesa escrito com a tua letra. Fui até a mesa e o segurei em minhas mãos, onde estava escrito:
Hoje foi difícil ter que levantar e deixar-te sozinho no sofá onde tu estavas agora pouco. Eu gostaria de ter ficado mais, até você acordar. Queria ter feito o teu café da manhã. Eu te dei um beijo de bom dia, você sentiu? Eu disse que te amo no teu ouvido. Você com certeza ouviu, porque eu consegui ver o teu sorriso em confirmação. A noite te levo pra jantar, esteja pronto às 18:00 horas. Eu te amo, meu menino.
Segurei o papel enquanto deixava-me sorrir que nem um bobo. Eu pensava em ti desde que acordei e agora pensava mais ainda.
Eram umas 17:20 e nós estávamos na sala enrolados no cobertor. Assistíamos a um filme de terror com a casa inteira escura. Teus braços estavam ao redor do meu corpo e a minha cabeça estava encostada em teu peitoral coberto com a camisa cinza de mangas longas. Você estava quente, eu estava quente, nós estávamos quentes. Bom era sentir aquela sensação de estar protegido pelos braços de quem mais se ama na vida. E eu conseguia sentir essa sensação sempre que eu estava contigo. Hoje era um dia qualquer, nada de especial... Mas eu conseguia me sentir especial estando do teu lado. Chovia cada vez mais e as gotinhas de chuva passeavam pelas janelas de vidro da nossa casa. Nós havíamos escolhido essas janelas para que a casa fosse mais clara de manhã. Nos encolhíamos cada vez mais, apertando-se um contra o outro para permanecermos na mesma temperatura. Tuas mãos estavam em meus cabelos; às vezes acarinhando os mesmos que permaneciam enrolados pelos teus dedos. A cada vez que sentia tuas mãos em meus cabelos, eu sorria sem você perceber, como se precisasse sorrir sempre que você fizesse algo que me agradasse. Minha mão procurou a tua por baixo do cobertor; logo achando-a estampada em minha cintura. Eu a segurei com certa força, não deixando-a escapar dos meus dedos quentes. Você soltou um pequeno riso e esfregou o nariz gelado em meu pescoço, o que me fez arrepiar por alguns segundos. Virei a cabeça para cima e observei teus olhos abaixados; ficou olhando-me com o teu olhar de quem sabe o que faz. Você abriu um pequeno sorriso enquanto tirava as mãos dos meus cabelos para acariciar o meu queixo que encontrava-se logo abaixo do teu; contornando-o com a pontinha do dedo enquanto observava os mesmos movimentos. Continuei olhando o teu rosto, observando os traços, os detalhes, o movimentos dos teus olhos, a tua boca. Era verdade... Eu sabia que era verdade. Eu sempre soube que tudo em você me agradava. Tudo. Nunca houve nada de que eu não gostasse. Deitei totalmente pelo sofá com a cabeça por cima do travesseiro que estava em teu colo por cima dos panos do cobertor. Eu queria ficar assim contigo para sempre. Aquele silêncio, o preto totalmente do cômodo, aquela paz e você. Isso era tudo. Tomei coragem e levantei a mão em direção ao teu rosto e você a encarou, desviando os olhos do seu dedo para a minha mão branquela que seguia na tua direção. A pousei no teu maxilar enquanto acariciava tua bochecha com o meu polegar. Logo me deixei repuxar o teu rosto devagar e lentamente o trouxe para bem perto do meu, deixando-me tocar os teus lábios com a ponta da minha língua. Você também passou a língua em meus lábios, tomando-os logo após para um beijo demorado e apaixonado. Nós passamos a noite toda no sofá, optamos por dormir no mesmo lugar onde estávamos logo que o filme terminou. O filme que nós não vimos por estarmos concentrados um no outro. Adormecemos abraçados e com três cobertores enrolados no corpo. O tempo passou, as horas e os minutos. Eu acordei, você não estava mais por trás de mim. Você havia ído para aula, como sempre faz de manhã... Tinha suas obrigações. Levantei do sofá ainda com uma enorme preguiça que não me abandonava nunca. Esfreguei os olhos com as duas mãos e logo notei um pequeno papel por cima da mesa escrito com a tua letra. Fui até a mesa e o segurei em minhas mãos, onde estava escrito:
Hoje foi difícil ter que levantar e deixar-te sozinho no sofá onde tu estavas agora pouco. Eu gostaria de ter ficado mais, até você acordar. Queria ter feito o teu café da manhã. Eu te dei um beijo de bom dia, você sentiu? Eu disse que te amo no teu ouvido. Você com certeza ouviu, porque eu consegui ver o teu sorriso em confirmação. A noite te levo pra jantar, esteja pronto às 18:00 horas. Eu te amo, meu menino.
Segurei o papel enquanto deixava-me sorrir que nem um bobo. Eu pensava em ti desde que acordei e agora pensava mais ainda.
Sexta-feira, dia 6 de abril de 2011.
Eu estava deitado na cama enquanto te esperava chegar do trabalho ansiosamente. Segurei o celular várias e várias vezes a procura de tuas ligações; mas nada de você ligar. Disquei os números mas não tive nenhum coragem de ligar. Até que ouvi a porta da frente se abrir. Corri em direção a mesma enquanto abria a porta do quarto um pouco desesperado e me deparei contigo me olhando com aquele olhar assustado. Você deve ter pensado: O que esse louco tem que veio correndo?! Eu não sei o que você pensou, mas posso dizer que talvez tenha sido algo assim. Você abriu os braços e sorriu pra mim enquanto eu corria de encontro aos teus braços. Pulei firmemente pelo teu colo, agarrando a tua cintura com minhas pernas e procurando os teus lábios com os meus. Segurava os teus cabelos com as pontinhas dos meus dedinhos, enquanto eles se enroscavam em mim cada vez mais. Finalmente consegui beijar-te! Era como se nunca mais tivesse visto esses lábios pela minha frente. A saudade era tanta que eu não aguentaria mais alguns segundos. Você ainda me segurava nos braços até que me soltou lentamente, colocando-me no chão e agarrando a minha cintura com os braços. Nos beijávamos apaixonadamente pelo corredor, enquanto seguíamos diretamente de encontro ao nosso quarto. Eram umas 21h24 da noite e o nosso quarto estava claro, pelas luzes que entravam pela janela. Você não gostava e sempre que podia, fechava as cortinas para que elas não entrassem. No momento em que chegamos ao quarto, você empurrou-me em direção a cama e deitou junto comigo. Ficamos nos beijando por mais algum tempo. Até que você rolou o corpo para o lado enquanto olhava atenciosamente para o teto. Abaixei a minha mãozinha e segurei a tua que estava ao meu lado. Levantei o rosto e comecei a observar o teto contigo. Ficamos assim por um bom tempo até que você falou:
- Eu queria poder ficar aqui o tempo todo com você. O tempo todo. Do mesmo jeito que estamos agora ou de qualquer jeito; por tanto que seja com você.
Eu sorri e apertei tua mão com um pouco de força. Soltei a mesma e fui de encontro ao teu corpo, deitando a minha cabeça pelo teu peitoral coberto pelo moleton cinza. Fiquei parado, apenas sentindo o teu cheiro. Tua mão percorria a minha cintura às vezes; até mesmo as minhas costas. Eu ouvia o som da tua respiração e o ar quente da mesma pela minha nuca. Era bom estar contigo, era bom demais até. Eu te amava, você me amava. E era bom estar ali... Sozinhos um com um outro. Só isso bastava, apenas isso. Levantei um pouco o teu moleton delicadamente com uma de minhas mãozinhas; repuxando-o para cima sem força alguma. Levantei a cabeça de cima de ti enquanto me apoiava pelo colchão. Abaixei um pouco a cabeça novamente, deixando os meus lábios encontrarem a tua barriga; despejando vários beijinhos molhados pela mesma. Eu consegui sentir você contraindo a barriga. Logo olhei para o teu rosto e você estava rindo. Abaixei o teu moleton e voltei ao mesmo lugar onde estava antes; envolvendo-te com uma das minhas perninhas. Você a segurou com a mão e a apertou com força. Virou o rosto para mim e despejou vários beijos em meu rosto a medida que me puxava para mais perto do teu corpo. Me abraçou completamente. Ficamos enroscados um no outro enquanto nos beijávamos lentamente até pegarmos no sono e alí mesmo permanecer até o outro dia.
Eu estava deitado na cama enquanto te esperava chegar do trabalho ansiosamente. Segurei o celular várias e várias vezes a procura de tuas ligações; mas nada de você ligar. Disquei os números mas não tive nenhum coragem de ligar. Até que ouvi a porta da frente se abrir. Corri em direção a mesma enquanto abria a porta do quarto um pouco desesperado e me deparei contigo me olhando com aquele olhar assustado. Você deve ter pensado: O que esse louco tem que veio correndo?! Eu não sei o que você pensou, mas posso dizer que talvez tenha sido algo assim. Você abriu os braços e sorriu pra mim enquanto eu corria de encontro aos teus braços. Pulei firmemente pelo teu colo, agarrando a tua cintura com minhas pernas e procurando os teus lábios com os meus. Segurava os teus cabelos com as pontinhas dos meus dedinhos, enquanto eles se enroscavam em mim cada vez mais. Finalmente consegui beijar-te! Era como se nunca mais tivesse visto esses lábios pela minha frente. A saudade era tanta que eu não aguentaria mais alguns segundos. Você ainda me segurava nos braços até que me soltou lentamente, colocando-me no chão e agarrando a minha cintura com os braços. Nos beijávamos apaixonadamente pelo corredor, enquanto seguíamos diretamente de encontro ao nosso quarto. Eram umas 21h24 da noite e o nosso quarto estava claro, pelas luzes que entravam pela janela. Você não gostava e sempre que podia, fechava as cortinas para que elas não entrassem. No momento em que chegamos ao quarto, você empurrou-me em direção a cama e deitou junto comigo. Ficamos nos beijando por mais algum tempo. Até que você rolou o corpo para o lado enquanto olhava atenciosamente para o teto. Abaixei a minha mãozinha e segurei a tua que estava ao meu lado. Levantei o rosto e comecei a observar o teto contigo. Ficamos assim por um bom tempo até que você falou:
- Eu queria poder ficar aqui o tempo todo com você. O tempo todo. Do mesmo jeito que estamos agora ou de qualquer jeito; por tanto que seja com você.
Eu sorri e apertei tua mão com um pouco de força. Soltei a mesma e fui de encontro ao teu corpo, deitando a minha cabeça pelo teu peitoral coberto pelo moleton cinza. Fiquei parado, apenas sentindo o teu cheiro. Tua mão percorria a minha cintura às vezes; até mesmo as minhas costas. Eu ouvia o som da tua respiração e o ar quente da mesma pela minha nuca. Era bom estar contigo, era bom demais até. Eu te amava, você me amava. E era bom estar ali... Sozinhos um com um outro. Só isso bastava, apenas isso. Levantei um pouco o teu moleton delicadamente com uma de minhas mãozinhas; repuxando-o para cima sem força alguma. Levantei a cabeça de cima de ti enquanto me apoiava pelo colchão. Abaixei um pouco a cabeça novamente, deixando os meus lábios encontrarem a tua barriga; despejando vários beijinhos molhados pela mesma. Eu consegui sentir você contraindo a barriga. Logo olhei para o teu rosto e você estava rindo. Abaixei o teu moleton e voltei ao mesmo lugar onde estava antes; envolvendo-te com uma das minhas perninhas. Você a segurou com a mão e a apertou com força. Virou o rosto para mim e despejou vários beijos em meu rosto a medida que me puxava para mais perto do teu corpo. Me abraçou completamente. Ficamos enroscados um no outro enquanto nos beijávamos lentamente até pegarmos no sono e alí mesmo permanecer até o outro dia.
"Eu te amo tanto que não sei como descrever todo esse amor em palavras. Às vezes até enrolo e tento dizer o quanto eu sinto por ti, mas não consigo dizer em quanto é grande. Mal cabe aqui dentro, mas sempre cresce a cada dia que passa. Tu sabes que é o único que me arranca sorrisos... O único que eu amo, que eu quero comigo, que eu quero do meu lado, segurando a minha mão. Eu te quero sempre comigo e eu quero ficar sempre contigo também. Tu és o meu menino grande, o meu papai, o meu amor. Não sei mesmo o que seria de mim sem você, porque você me cuida tanto... Faz-me sentir tão protegido e tão bem. Eu sou teu, tu és meu, somos nós. Sempre seremos nós. No dia oito de abril faremos um mês. O melhor mês da minha vida! E não tenha duvidas disso, porque eu estou falando a mais pura verdade. Tu és meu único motivo de tudo. Eu amo você. Eu te preciso tanto... Te preciso todos os dias, todas as horas, todos os minutos. Te preciso no banho, na cama, no sofá, na escola. Em todos os lugares. Você é tão lindo e tão meu. Sabe qual é a razão de eu te amar? É porque é você, apenas isso. É você! Tudo que nós passamos é tudo que há de bom em mim. É tudo pra mim. Não preciso nem dizer que você é a pessoa com quem eu sonho todas as noites e que é a primeira pessoa que eu penso quando acordo, não é? Porque você sabe, você sempre sabe."
Eram umas cinco e vinte da manhã. Eu estava acordado, eu só não sabia bem o porque não conseguia dormir. Tu ainda estavas dormindo todo esparramado do meu lado na nossa cama. Passei as mãos pela curvatura do que o teu corpo estava fazendo. Estavas de lado, virado para o guarda-roupas e eu estava por trás de ti. Continuei a passar a mão um pouco gelada pela curva de tua cintura, acariciando a tua pele quente. Tu estava apenas com o cobertor um pouco menos da cintura para baixo e eu estava sem nada, apenas com os pés enroscados pelo nosso cobertor. Estava chovendo. Eu gostava do frio; gostava também da sensação gelada de estar recebendo o vento da janela um pouco aberta e do ventilador que estava logo abaixo dos meus pés. Despejei um pequeno beijo sobre o teu ombro e você se mexeu, mas nada demais. Não ousou acordar. Eu repeti várias vezes no teu ouvido o quando eu te amava e o quando era agradecido por estar contigo, por ter você todos os dias comigo. Por saber que eu sou teu e que você é meu. Por você ser o homem mais perfeito do mundo comigo e ser tão carinhoso e tão manhoso ao mesmo tempo. Sorri por alguns segundos por perceber que você não ouvia nada do que eu dizia. Comecei a falar novamente perto do teu ouvido:
- Eu amo você, seu preguiçoso. Não poderia acordar pra me fazer companhia? Eu quero te dizer uma coisa... Eu quero te dizer que amo até os teus defeitos, o teu jeito, as tuas caras, o teu cabelo, os teus ciúmes. Eu amo tudo que vem de você. Você é todas as razões, todas as esperanças, e todos os sonhos que sempre tive. Serei sempre teu. E, meu querido, serás sempre meu.
Quando terminei com as minhas palavras, o sol já invadia totalmente o quarto. Levantei-me e fechei a cortina pela metade. Os pingos de chuva escorregavam pelo vidro e faziam desenhos sobre as paredes brancas do nosso quarto. Deite-me sobre a cama novamente, fazendo-a balançar. O que te fez abrir os olhos e olhar para trás. Olhou-me e perguntou.
- Onde você foi?
Respondi com os olhos abaixados e repuxando o cobertor dos meus pés para me cobrir:
- Fui arrumar a cortina, o sol estava entrando aqui dentro. Isso iria te acordar logo logo se eu não o fizesse.
Você apenas sorriu e apoiou os cotovelos pelo colchão, olhando-me de lado com a tua cara perfeita de sono. Estavas com tanta preguiça que não aguentava manter-se de olhos abertos. A chuva insistia e de vez em quando, alguns trovões faziam barulhos. Eu me assustei, olhei para os lados e me agarrei no teu corpo. Você apenas me abraçou de volta. Me segurou e me puxou para cima do teu corpo, onde eu sentei pelo teu colo por cima do cobertor. Eu sem roupas e com frio. Pendi para o lado e peguei um dos teus blusões pretos de mangas longas. O vesti e continuei do mesmo jeito que estava antes. Tuas mãos e dedos percorriam minhas pernas brancas e desnudas, que arrepiavam a cada toque. Teus olhos não olhavam a mim, apenas acompanhavam as tuas mãos fortes que continuavam a subir por minhas pernas até chegar no pano um pouco grosso do teu blusão. Colocou as mãos por baixo do mesmo, tocando-me e fazendo-me deitar sobre a cama. Logo veio para cima de mim, fazendo com o que o cobertor descobrisse o teu belo corpo. Nós fizemos amor umas três vezes. As três vezes mais demoradas do mundo inteiro.
- Eu amo você, seu preguiçoso. Não poderia acordar pra me fazer companhia? Eu quero te dizer uma coisa... Eu quero te dizer que amo até os teus defeitos, o teu jeito, as tuas caras, o teu cabelo, os teus ciúmes. Eu amo tudo que vem de você. Você é todas as razões, todas as esperanças, e todos os sonhos que sempre tive. Serei sempre teu. E, meu querido, serás sempre meu.
Quando terminei com as minhas palavras, o sol já invadia totalmente o quarto. Levantei-me e fechei a cortina pela metade. Os pingos de chuva escorregavam pelo vidro e faziam desenhos sobre as paredes brancas do nosso quarto. Deite-me sobre a cama novamente, fazendo-a balançar. O que te fez abrir os olhos e olhar para trás. Olhou-me e perguntou.
- Onde você foi?
Respondi com os olhos abaixados e repuxando o cobertor dos meus pés para me cobrir:
- Fui arrumar a cortina, o sol estava entrando aqui dentro. Isso iria te acordar logo logo se eu não o fizesse.
Você apenas sorriu e apoiou os cotovelos pelo colchão, olhando-me de lado com a tua cara perfeita de sono. Estavas com tanta preguiça que não aguentava manter-se de olhos abertos. A chuva insistia e de vez em quando, alguns trovões faziam barulhos. Eu me assustei, olhei para os lados e me agarrei no teu corpo. Você apenas me abraçou de volta. Me segurou e me puxou para cima do teu corpo, onde eu sentei pelo teu colo por cima do cobertor. Eu sem roupas e com frio. Pendi para o lado e peguei um dos teus blusões pretos de mangas longas. O vesti e continuei do mesmo jeito que estava antes. Tuas mãos e dedos percorriam minhas pernas brancas e desnudas, que arrepiavam a cada toque. Teus olhos não olhavam a mim, apenas acompanhavam as tuas mãos fortes que continuavam a subir por minhas pernas até chegar no pano um pouco grosso do teu blusão. Colocou as mãos por baixo do mesmo, tocando-me e fazendo-me deitar sobre a cama. Logo veio para cima de mim, fazendo com o que o cobertor descobrisse o teu belo corpo. Nós fizemos amor umas três vezes. As três vezes mais demoradas do mundo inteiro.
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